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Palestra "Escrita de artigos científicos de alto impacto"

sexta-feira, 8 de maio de 2015
Palestra ministrada pelo prof. Zucolotto no IEA/USP.

Série de vídeos sobre radiações ionizantes

sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Esta é uma série de vídeos muito interessante que trata de vários aspectos das radiações ionizantes. Estes vídeos foram montados pelo Centers for Disease Control and Prevention by the Oak Ridge Institute for Science and Education (ORISE) e, se entrarem na página deles, verão que além dos filmes há também um conjunto de perguntas e respostas para testar seus conhecimentos em cada segmento. Os filmes estão em inglês.
















Vídeo-curso de radioproteção em radiodiagnóstico

terça-feira, 1 de julho de 2014
Este material foi divulgado em uma lista de radioproteção que participo e foi elaborado por Pedro Ruiz Manzano do Hospital Clínico Universitario Lozano Blesa, Zaragoza, Espanha. O curso está em espanhol.


Lección 1.- Estructura atómica y radiación electromagnética.

Lección 2.- Interacción de las partículas cargadas con la materia.

Lección 3.- Interacción electrones con la materia. Generación de rayos X.

Lección 4.- Interacción de los fotones con la materia.

Lección 5.- Formación de la imagen radiológica.

Lección 6.- Características físicas de los equipos de radiodiagnóstico.

Lección 7.- El haz de rayos X. El espectro de rayos X.

Lección 8.- Magnitudes y unidades radiológicas.

Lección 9.- Detección y medida de las radiaciones ionizantes.

Lección 10.- Efectos biológicos de la radiaciones ionizantes.

Lección 11.- Protección Radiológica contra las radiaciones ionizantes. Fundamentos.

Lección 12.- Protección Radiológica Operacional.

Lección 13.- Protección Radiológica en Radiología Dental.

Lección 14.- Garantía de calidad en radiodiagnóstico.

Lección 14.1.- Control de calidad de sistemas de visualización.

Lección 14.2.- Control de calidad de sistemas formadores de imagen.

Lección 15.- Estimación de dosis en radiodiagnóstico.

Lección 16.- Legislación española sobre RI en Radiodiagnóstico.

Lección 17.- Protección radiológica a pie de tubo.

Lección 17.1.- Práctica de protección radiológica a pie de tubo por Patxi Rosales.

Lección 18.- Embarazo e irradiación médica.

Lección 19.- Comparación de riesgos.

Lección 20:.- Recomendaciones en radiología dental.
https://www.youtube.com/watch?v=WiwNk1tJUU0

Infovídeo sobre testes e bombas nucleares

domingo, 17 de novembro de 2013
O artista japonês Isao Hashimoto criou um belo e inegavelmente assustador mapa mostrando as 2053 explosões nucleares que aconteceram entre 1945 e 1998, começando com o Projeto Manhattan perto de Los Alamos e concluindo com testes nucleares do Paquistão em maio 1998. Isso deixa de fora os dois supostos testes nucleares da Coréia do Norte nesta última década (em outubro de 2006 e maio de 2009).

Cada nação recebe um pontinho e um ponto piscando no mapa a cada detonação nuclear, com uma contagem mantida nas barras superior e inferior da tela. Hashimoto, que iniciou o projeto em 2003, diz que ele criou com o objetivo de mostrar "o medo e a loucura das armas nucleares". 

É uma imagem convincente para a história da maior força destrutiva da humanidade, especialmente se lembrarmos que apenas duas explosões nucleares foram detonadas ofensivamente, ambas em 1945. Vale refletir, porque, desde então, mais de 2.000 outros testes aconteceram e bilhões de dólares foram gastos nestes projetos.


Vídeos sobre Física Médica

quarta-feira, 16 de outubro de 2013



Passeando pela internet, encontrei um site chamado Carrer Girls que publica vídeos motivacionais sobre várias carreiras e, entre elas, há a física médica (aplausos!!!!). Eles entrevistas mulheres bem sucedidas em suas áreas falando sobre suas escolhas profissionais. Um tópico que me chamou a atenção foi quando a entrevistada (Dra. Dianna Cody, física médica e professora de física de imagem no MD Anderson Cancer Center) disse que são necessárias muita persistência e teimosia para seguir em uma carreira ligada a ciência...vale super a pena assistí-la.

Os vídeos são em inglês.


Como buscar artigos no Periódicos CAPES

segunda-feira, 3 de junho de 2013
Encontrei esta série de vídeos produzida pela equipe do Sistema de Bibliotecas da UFSCcom dicas interessantes sobre como encontrar artigos no Periódicos CAPES. A versão do site explicado é anterior a que está atualmente online, mas como não há tantas mudanças assim, vale a pena dar uma conferida.













Mulheres na ciência

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Vídeos sobre controle de qualidade em SPECT-CT

sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Uma boa alma filmou todos os controles de um SPECT-CT e disponibilizou no You Tube. O equipamento que ele mostra é um da Philips, mas pode servir como um bom guia para qualquer outro similar.








Vídeo: o que é o Bóson de Higgs? (em inglês)

domingo, 9 de setembro de 2012

A saga do Prêmio Nobel - O clã Curie

terça-feira, 24 de abril de 2012






Por que o medo da radioatividade?

quarta-feira, 21 de março de 2012
Interessante vídeo do professor Antonio Ruiz de Elvira explicando o que é a radioatividade e de que mandeira pode afetar os seres vivos.



Ética em pesquisa e os perigos da obediência - uma experiência de Stanley Milgram

domingo, 18 de março de 2012

Recentemente, tive contato com a obra Obedience to authority de Stanley Milgram e fiquei chocada com o que somos capazes de fazer em nome da ciência e daquilo que nos mandam. Quando digo somos, digo consciente que nenhum de nós (seja lá em qual nível acadêmico estejamos) está livre de sermos engendrados em um contexto em que nos sintamos obrigados a fazer algo, mesmo que este algo seja deliberadamente antiético (por vezes até perigoso). Sendo assim, vale a pena refletir sobre a experiência de Milgram para que possamos estar atentos quando estas "oportunidades" nos surgirem.

OS PERIGOS DA OBEDIÊNCIA
Stanley Milgram

A obediência é um elemento tão básico, na estrutura da vida social como qualquer outro. Parte do sistema de autoridade é uma necessidade de toda vida comunitária e somente a pessoa que habita em isolamento não é forçada a responder, com desafio ou submissão, às ordens de outros. Para muitos, a obediência é uma tendência comportamental profundamente arraigada, chegando mesmo a ser um forte impulso que sobrepuja o treinamento em ética, solidariedade e conduta moral.
O dilema inerente à submissão à autoridade é tão antigo quanto a história de Abraão a quem Deus ordenou sacrificar se filho como prova de fé. A questão de saber se deve alguém obedecer ou não às ordens quando elas conflitam com a consciência foi discutida por Platão, dramatizada na Antígona de Sófocles e submetida à análise filosófica, em quase todas as épocas históricas. Os filósofos conservadores argumentam que a própria estrutura de sociedade é ameaçada pela desobediência, ao passo que os humanistas acentuam a primazia da consciência individual.
Os aspectos legais e filosóficos da obediência têm enormes conseqüências, mas esclarecem muito pouco sobre a maneira pela qual a maioria das pessoas se comportam em situações concretas. Realizei uma experiência simples na Universidade de Yale para testar até que ponto um cidadão comum poderia infligir dor a outra pessoa simplesmente porque essa ordem lhe foi dada por uma cientista experimental. A autoridade rígida foi oposta aos imperativos morais mais fortes dos testados contrárias a ferir os outros. Com os ouvidos retinindo com os gritos das vítimas, a autoridade vencia na maioria das vezes. A extrema disposição de adultos obedecerem totalmente ao comando de uma autoridade constitui o principal achado desse estudo: fato este que necessita, com maior urgência, de uma explicação.
Na experiência básica, planejada, duas pessoas chegam a um laboratório psicológico para participar de um estudo sobre memória e aprendizado. Um é chamado de “professor” e outro de “aluno”. O experimentador explica que o estudo diz respeito aos efeitos da punição no aprendizado. O aluno é conduzido a uma sala, senta-se-o numa espécie de miniatura de cadeira elétrica; seus braços são imobilizados para impedir movimentos excessivos e um eletrodo é preso ao seu pulso. Ele é informado de que ser-lhe-ão lidas listas de pares de vocabulários simples e que, então, será testada a sua capacidade de lembrar-se da segunda palavra de um par quando ouvir novamente a primeira palavra.  Sempre que cometer um erro, receberá choques elétricos de intensidade crescente. Entretanto, o verdadeiro objeto dessa experiência é o professor. Depois de presenciar o aluno sendo amarrado, ele senta-se diante de um impressionante “gerador de choques”. O painel de instrumentos consiste em trinta interruptores de alavanca dispostos em linha horizontal. Cada interruptor tem claramente marcada a designação da voltagem,que vai de 15 a 450 volts, com descrições verbais que abrangem desde Choque Leve a Choque Moderado, Choque Forte, Choque Muito Forte, Choque Intenso, Choque de Extrema Intensidade e, finalmente, Perigo: Choque Grave.
Dá-se a cada paciente um choque de amostra de 45 volts, antes dele agir como professor e o solavanco fortalece a sua crença na autenticidade do aparelho. O professor é um paciente realmente ingênuo que veio ao laboratório para essa experiência, em resposta a um anúncio colocado num jornal da localidade solicitando voluntários para um estudo científico da memória. O aluno, ou vítima é, na realidade, um ator que não recebe nenhum choque. O objetivo da experiência é ver até que ponto uma pessoa prosseguirá numa situação concreta e mensurável em que lhe é ordenado infligir uma dor crescente numa vítima que protesta
O mais impressionante desta experiência é que 2/3 do grupo estudado enquadraram-se no grupo de "obedientes", ou seja, impingiram choques elétricos só porque estavam sendo ordenados a isso. Em 2009 a BBC repetiu a mesma experiência com 12 indivíduos e somente 3 recusaram-se de prosseguir com a experiência. O resultado pode ser visto no vídeo abaixo.



Berlinale mostrará filmes sobre o desastre nuclear de Fukushima

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A catástrofe nuclear de reator japonês Fukushima e o tsunami que a provocou estarão presentes na Berlinale através dos olhos de três cineastas japoneses, informou hoje o festival.

Funahashi Atsushi  retrata em " Nuclear 
Nation" um prefeito sem sua cidade, tentando preservar a união da comunidade dividida em abrigos temporários em bairros da capital Tóquio.

Em "No Man's Zone" , 
Fujiwara Toshi  entra na área contaminada em torno de reatores atômicos em Fukushima, enquanto em "Friends After 3.11", Iwai Shunji  levanta a situação política, ecológica e social de um país dependente da energia atômica.

Os filmes serão exibidos no quadro da seção Fórum Berlinale, que inclui 38 produções, incluindo 26 estreias mundiais.






Fonte: Vanguardia

Educação: uma fronteira balizada pelo poder e pela desigualdade?

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Criatividade parece não compor o mesmo quadro cujas normas, nivelamentos e padronizações apresentam-se enquanto “palhetas” de um cenário que, com o tempo, parece desbotar...
De fato, ao lembrar-me do livro “A corrosão do caráter”, de Richard Sennett, penso ser correto afirmar que não foram apenas as formas de produção e seu lebensstil que mudaram drasticamente ao longo do conturbado século XX. Basicamente a forma como interpretamos o mundo, como o codificamos, interagimos e nos lembramos dele também mudou. A expectativa de vida e, principalmente, de lugar econômico, social e político também se transformou. Entretanto, como Pierre Bourdieu sinalizou ser uma de suas problematizações sempre presentes aos objetos e fenômenos de seu estudo, algo se manteve; as “mutações” não foram (e não serão integrais), não atingiram à todas esferas dos espaços sociais.
Algo continuou a se reproduzir e a se manter enquanto parte de um capital que, ainda que de valor relevante às relações sociais atuais do nosso mundo, possivelmente acusará sinais de esgotamento. A educação é apenas um dos diversos cenários erigidos pelo homem que, em última instância é também peça integrante de um processo histórico cujo acesso não foi pensado para todos; e cujo domínio é cientificamente normatizado de forma a não reconhecer, e, portanto legitimar, formas diferentes de construção, fixação e reprodução do conhecimento.
Creio que a palestra de Sir Ken Robinson elucida muito bem parte deste pequeno ensaio, quase que com pretensões aforísticas, posto aqui. Para Robinson, o medo de errar, partilhado em nossa cultura capitalista e de consumo, tornou-se sinônimo de algo contraproducente. Acabou por limitar nossa capacidade criativa. Os antigos liceus produziram por décadas muitos dos protagonistas do pensamento intelectual mundial. Continuam produzindo... Mas já é notório que a produção do conhecimento nos últimos anos vem sendo realizada de maneira mais e mais rizomática. Criatividade talvez seja uma chave. Não creio ser ela a única, mas definitivamente a afirmação de Robinson, sobre a criatividade, de que “somos ensinados a abandoná-la” vale uma reflexão mais longa. Reflexão sobre a “inflação acadêmica” onde os “alicerces” da nossa educação podem estar se corroendo tanto quanto aqueles que já ruíram há tempos no mundo do trabalho, objeto de estudo de Sennett.
De fato, o que aprendemos nas escolas e nas universidades hoje pode ser averiguado quase que “em tempo real” através das telas dos computadores. As antigas enciclopédias que ocuparam estantes nas casas de famílias brasileiras de classe média alta não mais são necessárias, pois os irmãos caçulas destes estudantes checam as informações na web.
Muitos se perguntam quanto à credibilidade de algumas informações, ou à solidez do conhecimento e formação que são hoje pautados também pelos acessos e hits realizados no espaço eletrônico da internet. O receio, aliás, me parece ser mais balizado pela maior impossibilidade do controle deste processo (diferentemente quando apenas se dava através das instituições de ensino e pelo mercado editorial que registrava a informação), uma vez que tal poder vem se pulverizando mais e mais a cada dia. O que fazer? Pensemos todos na resposta, com “criatividade”.



Referências:

BOURDIEU, Pierre. PASSERON, Jean-Claude. (2011). A Reprodução: Elementos para uma teoria do sistema de ensino. 4ª ed. Rio de Janeiro: Vozes.

BOURDIEU, Pierre. (2003). A Economia das Trocas Simbólicas (org. Sergio Miceli); coleção Estudos. 5ª Edição. São Paulo: Editora Perspectiva.

_____________. (1994). Raisons Pratiques: sur La théorie de l’action. Col. Essais. Paris : Seuil.


ROBINSON, Sir Ken. “Schools kills creativity”. Technology, Entertainment, Design (TED) Conferences, 2006. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=0pn_oTIwy4g&feature=player_embedded#!



SENNETT, Richard. (2005). A corrosão do caráter: consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo. Trad. Marcos Santarrita. 9ª edição. Rio de Janeiro.



2º Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear e Urânio

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Cineastas, documentaristas, filmmakers e produtores de todo o mundo estão convidados a enviar seus filmes sobre o complexo nuclear ou radioatividade até 31 de janeiro de 2012. O Festival Internacional de Filmes sobre Energia Nuclear e Urânio Rio de Janeiro (International Uranium Film Festival) é o único festival de filmes independentes, especializado na temática nuclear, abordando todos os seus aspectos: questão filosófica sobre tecnologia, mineração de urânio e de minérios associados, usinas nucleares, armas e munições, navios nucleares, equipamentos e tratamentos médicos, radiação de alimentos, radioatividade, transporte e armazenamento de lixo radioativo. É um festival educativo sobre os riscos nucleares mundial.

O Festival de Cinema de urânio aceita curtas-metragens independentes, documentários, filmes. Também filmes de animação e clipes de música / vídeos também são bem-vindas. O festival aceita os seguintes formatos para os finalistas: 35mm, Beta analógica, Blu-Ray, MiniDV, DVD.

O Festival Internacional de Cinema de urânio premia os melhores filmes a abordar a questão nuclear e os riscos radioactivos: dois prêmios do júri para o melhor curta eo melhor longa-metragem. Audiência dois prêmios para o melhor curta eo melhor longa-metragem. O júri de sete membros internacional é criado por especialistas em cinema, cientistas, educadores, jornalistas e ativistas. Os vencedores finais do concurso serão anunciados na cerimônia de premiação do festival.
Retirado do blog Cine Anima

Orquestra radioativa

quinta-feira, 27 de outubro de 2011




Muito do que conhecemos a nossa volta emite, em variados níveis, energia radioativa. Pegue as bananas em sua cozinha, que são carregadas em potássio - que constroem a força muscular e fazer o seu coração saudável. E uma pequena fração desse mesmo produto químico emite radiação, assim como um forno de microondas e até mesmo seu próprio corpo. No entanto, a maioria das pessoas têm dificuldade em visualizar como tudo isso funciona.

É por isso que uma equipe de segurança nuclear na Suécia se uniu com o compositor Axel Boman e o
músico Kristofer Hagbard para criar a Orquestra Radioativa, um projeto ambicioso baseado nos movimentos reais de isótopos radioativos.

"Hoje, nós conhecemos 3.175 diferentes isótopos",
disse Georg Herlitz, que lidera o projeto, "cada um possui seu próprio padrão de decaimento. Pegamos a perda de energia de cada nível e traduzimos para Hertz, algo como um keV para duas freqüências".

O resultado é fenomenal. A orquestra é composta de uma interface online onde você pode criar suas próprias melodias que usam freqüências isotópica - e visualizar os decaimentos.


Herlitz dirige uma agência de publicidade chamada Kollektivet Livet Produktion na Suécia. Ele originalmente havia desenvolvido uma série de vídeos sobre radiação para uma equipe de segurança nuclear. Naquela época, Herlitz assistiu a uma palestra no KTH (Royal Institute of Technology) e aprendeu como isótopos  decaem e formam um padrão de energia.


Por ser um artista visual, Herlitz imediatamente pensou sobre música. Ele não está sozinho na visualização da ciência: Bjork fez recentemente um aplicativo para o iPhone que ajuda você a visualizar astronomia com música. E artistas como Daft Punk incorporou bips repetitivos que soam como assinaturas atômicas. No entanto, nenhuma música usou
freqüências isotópicas reais.

De acordo com a Herlitz, o projeto é apenas o começo. Ele vê o dia quando muitas das ciências duras - que procuram compreender o universo primitivo, a mudança climática, movimentos astronômicos e muito mais - serão visualizados através do uso de música, fotografia artística e outros meios.E a radiação, ao que parece, é apenas o começo.


Fonte: Foxnews.com 

Mostra Ver Ciência

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Desde sua criação, em 1994, o Projeto VER CIÊNCIA tem como missão  promover a disseminação do conhecimento e da cultura científica, principalmente através da televisão e de outros meios de comunicação audiovisual.

Os programas de TV do Brasil e de de diversos países selecionados para as mostras anuais são exemplos de como a ciência e a tecnologia podem ser apresentadas ao grande público de forma compreensível, atraente e também como entretenimento cultural de qualidade.

São programas de diversos formatos, linguagens e estilos: desde  documentários e reportagens  a dramatizações ("docudramas") e programas voltados para o público infantojuvenil, que têm como objetivo comum informar e despertar o interesse do público por temas de ciência e tecnologia.

A busca de novos formatos, estilos e linguagens atraentes para o público é um desfio constante para os realizadores e comunicadores de ciência.  Uma tendência que se nota nos últimos anos, principalmente nas produções britânicas, é uma participação cada vez maior de cientistas jovens e carismáticos no papel de apresentadores de programas de televisão.

Em suas quase duas décadas de existência, as mostras Ver Ciência vêm acumulando um precioso acervo de séries e programas de TV do mundo inteiro, consolidando seu papel como referência nacional e internacional em Ciência na TV. 

Os vídeos que mais me interessaram, vão ser exibidos na Livraria da Travessa do Barrashopping ou do Leblon. A programação completa, você encontra aqui.

Canal da SBBMN no You Tube

terça-feira, 4 de outubro de 2011
Agora, os profissionais da Medicina Nuclear, de qualquer lugar do Brasil, podem assistir às palestras realizadas pela SBBMN em São Paulo gratuitamente, de forma simples e ágil. Basta acessar o site http://www.youtube.com/user/sbbmn. Os interessados podem assistir palestras sobre Planejamento Radioterápico e SPECT Cardíaco, com cerca de uma hora de duração, mas divididas em blocos de quinze minutos. A palestra sobre SPECT Cardíaco foi ministrada pelo Dr. Ernest Garcia e está totalmente em Inglês.

Visita ao reator do IPEN

segunda-feira, 19 de setembro de 2011
O Olhar Digital fez uma matéria no reator do IPEN mostrando que a junção de medicina, ciência e tecnologia dá super certo. A parte deu fala do reator está entre os minutos 13:48 e 17:59. Olhem só!




Bananas de radiação

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Em minhas buscas pela internet, encontrei uma unidade de exposição às radiações ionizantes chamada BED (Banana equivalent dose). Isso mesmo...banana!!!! Essa excêntrica unidade, segundo o oráculo Wikipedia, é informalmente definida como a dose adicional que a pessoa vai absorver por comer uma banana. É sério!!!!

O conceito é baseado no fato de que as bananas, como maioria do materiais orgânicos, naturalmente contêm uma certa quantidade de radioisótopos , mesmo na ausência de qualquer tipo de poluição ou contaminação artificial. A dose equivalente de banana foi destinada a expressar a gravidade da exposição à radiação, como resultantes de energia nuclear, armas nucleares ou procedimentos médicos, em termos que fazem sentido (ou deveriam fazer) para a maioria das pessoas.

Por conta do 40K, as danadas são radioativas o suficiente para causar falsos alarmes em sensores detetores de material radioativo usados em portos. Mas de quanta dose absorvida de radiação estamos falando?

A unidade de dose de radiação costuma ser Sieverts (Sv), muito provavelmente, seu submúltiplo miliSievert (mSv), que é, por sinal, uma unidade relativamente grande. A ingestão diária de uma banana implica numa dose absorvida de 0,1 microSievert (µSv). Um total de 365 bananas num ano, uma por dia, te dariam uma dose de radiação de 36 µSv.

Trazendo para a prática: um raio-X de aeroporto te expõe a uma dose de 0,05 a 0,1 µSv. Desta forma, uma passagem de verificação no portão de embarque equivale a comer uma banana.

Já um raio-X dentário, do tipo panorâmico, te exporia a algo em torno de 20 µSv. Algo como comer umas 200 bananas ou passar 200 vezes no raio-X do aeroporto. Um raio-X do tórax já seria mais comprometedor, dando-lhe uma dosinha de “meros” 800 µSv, umas 8 mil bananas: seria como comer 22 destas por dia, durante um ano. Nossa, já enjoei! Claro, você nunca conseguirá comer bananas o suficiente para que seja perigoso, já que hora ou outra seu corpo cag... eliminaria o excesso de potássio.

Mas como se a “bananinha” que você enfrenta no portão de embarque de um aeroporto não fosse suficiente (e, realmente, é uma dose ínfima), um vôo intercontinental de umas 12 horas te exporia a cerca de uns 40 µSv, ou 400 destes scanners de raios-X. Isto acontece porque em altitude de vôo, existe uma exposição maior às radiações advindas do espaço a que todos os terráqueos estão diariamente expostos – além da maldita banana!
Na verdade, a cada ano recebemos o equivalente a 3,6 mSv de radiação do espaço, isto no nível do mar; a altitudes mais elevadas, estes valores crescem. Seria como comer quase 100 bananas por dia durante 1 ano, ou fazer 180 raios-X dentários panorâmicos.

Ok, para que vou usar isso? Faça as contas comigo: estima-se que uma dose absorvida de 10 mSv em um ano reduz a expectativa de vida de um ser humano em 51 dias, devido ao aumento do risco de se desenvolver câncer. Isto significa que a ingestão de 1 banana por dia, em um ano, reduzirá sua expectativa de vida em 1/5 de dia, ou 5 horas por cada 365 bananas ingeridas. Consumir 1 banana por dia durante um ano, somado à radiação que você receberá naturalmente do espaço ao decorrer desta voltinha ao redor do Sol, reduzirá sua expectativa de vida em quase 19 dias. #papai smurf, falta muito?
Para finalizar, o consumo de um cigarro aumenta seu risco de desenvolver câncer tanto quanto no caso da absorção de 70 µSv de radiação. Isto são 700 bananas, ou 2 por dia, num ano.
Diante de tantas opções, fica a seu cargo: fumar 1/700 de um cigarro, ou comer uma banana; expor-se aos 3,6 mSv anuais de radiação espacial ou isolar-se num abrigo nuclear à companhia de 51 cigarros, ou talvez 36 mil bananas. #toficandocommedo.com.br

Mas não é só em bananas que encontramos uma certa exposição, olha só esse vídeos mostrando contagens em um tipo específico de sal e em uma tigela de cerâmica. O tal sal é rico em cloreto de potássio, diferente do sal comum que é cloreto de sódio. E por conter uma grande quantidade de potássio, ele também pode apresentar uma leve radioatividade.



Olha só esta antiga tigelinha de cerâmica (Fiestaware) que continha uma camada colorida de óxido de urânio, e que não é mais comercializada por causa da alta radiação que podia apresentar.Já pensou comer nisso aí?





Fontes: 


Feito com ♥ por Lariz Santana