Curso de Pós-Graduação em Proteção Radiológica e Segurança de Fontes Radioativas - IRD

segunda-feira, 30 de maio de 2011
Aqui vão impressões de quem ainda não fez o curso e não fará neste ano, pelo menos. 

A proposta de realizar um curso inédito como esse é excelente, mas será que um curso em 22 semanas com 8 horas diárias atende ao público tão carente de cursos como esses?

Até vi, no site do IRD, que as vagas estão encerradas, o que é muito bom. Mas seria interessante que fosse divulgado (eu, pelo menos, gostaria muito de saber) o perfil das pessoas que se inscreveram. Conversei com vários colegas que trabalham em áreas afins ao curso e nenhum deles poderia participar por conta da distribuição da carga horária (eu inclusive). 

Penso, e aqui vai uma ideia totalmente livre e descompromissada em ser a única verdade, que seria de grande valia se as pessoas que já trabalham na área, e aprenderam na prática, pudessem ter uma educação formal neste tema. Mas a grade horária inviabiliza tal benefício. Fica a sugestão: por que não fazer o curso aos sábados? Eu seria a primeira na lista de inscrições.

Para saber mais, clique aqui.

MEDICINA NUCLEAR EM CARDIOLOGIA - ENCONTRO SBMN NO RIO DE JANEIRO

 
Para maiores informações, clique aqui.

Dia 19 de maio - Dia do Físico

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Inscrições AQUI

Garantia da Qualidade para Sistemas de PET e PET / CT

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Esta publicação fornece orientações para a implementação de programas de garantia de qualidade e controle sobre a modalidade de medicina diagnóstica combinada da tomografia por emissão de pósitrons (PET) e tomografia computadorizada (TC).

 Veja aqui.





Fonte: IAEA

Banco de dados bibliográficos: Medicina Nuclear

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Um conjunto de referências têm sido desenvolvido pela Comissão de Ciência da International Organization for Medical Physics (IOMP) conbrindo o aspecto da Física Médica em Radioterapia, Imagens Médicas, Medicina Nuclear e Radioproteção.

 
Disponibilizo aqui a lista de Medicina Nuclear. 

 

 

Fonte: IOMP

Imagem: Getty Images

Lista de recomendações do Exame PET/CT com 18F-FDG em Oncologia.

RESUMO
Apresentamos uma lista de recomendações sobre a utilização de 18F-FDG PET em oncologia, no diagnóstico, estadiamento e detecção de recorrência ou progressão do câncer. Foi realizada pesquisa para identificar estudos controlados e revisões sistemáticas de literatura composta por estudos retrospectivos e prospectivos. As consequências e o impacto da 18F-FDG PET no manejo de pacientes oncológicos também foram avaliados. A 18F-FDG PET deve ser utilizada como ferramenta adicional aos métodos de imagem convencionais como tomografia computadorizada e ressonância magnética. Resultados positivos que sugiram alteração no manejo clínico devem ser confirmados por exame histopatológico. A 18F-FDG PET deve ser utilizada no manejo clínico apropriado para o diagnóstico de cânceres do sistema respiratório, cabeça e pescoço, sistema digestivo, mama, melanoma, órgão genitais, tireoide, sistema nervoso central, linfoma e tumor primário oculto. 


Fonte: Radiol Bras vol.43 no.4 São Paulo jul./ago. 2010

O símbolo complementar de radiação ionizante

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Em 2007, a IAEA (International Atomic Energy Agency) apresentou um símbolo complementar ISO (International Organization for Standardization) para Radiação Ionizante. Até hoje as pessoas me perguntam porque os hospitais ainda não adotaram este novo símbolo em suas portas. Bom, não é por aí...

Este novo símbolo (ISO 21482), que vem complementar e não substituir o símbolo já existente, destina-se a fontes perigosas de radiação, capazes de causar lesões graves ou morte e deverá ser aplicado nos dispositivos que contenham tal fonte de radiação. Em alguns casos, poderá ser aplicado debaixo da cobertura da fonte, sendo apenas visível caso haja desmantelamento do equipamento. Não é um símbolo destinado a ser aplicado em portas, grades ou locais afastados da fonte de radiação. Potenciais aplicações do símbolo são irradiadores, equipamentos de radioterapia e unidades de radiografia.

A necessidade deste novo símbolo surge da constatação das grandes dificuldades de compreensão do símbolo do existente (veja abaixo).


O trifólio não possui qualquer significado inerente, é uma representação abstracta à qual foi convencionado associar o significado de radiação ionizante. Claro que, sem aprendizagem e memorização do significado não haverá compreensão. Nesse sentido, com esta nova representação, ambiciona-se a obtenção de um símbolo universal, que seja facilmente compreendido por todos e que transmita a ideia de “Perigo, fuja, mantenha-se afastado”.

Para o desenvolvimento do novo símbolo foi criada uma equipe multidisciplinar, envolvendo designers, ergonomistas e especialistas em proteção contra radiações. Do trabalho dessa equipe resultaram diversas alternativas que foram, numa fase inicial, testadas com crianças. As cinco variantes que tiveram sucesso nesta fase foram, posteriormente, testadas pelo Instituto Gallup, em 11 países por todo o mundo (Brasil, Polónia, EUA, Marrocos, Quénia, Arábia Saudita, China, Índia, Tailândia, Ucrânia e México). Desta forma procurou-se garantir que, o novo símbolo, conseguisse transmitir, com sucesso, a mensagem de forma universal, independentemente da idade, educação ou bagagem cultural.

A escolha da melhor solução foi obtida através da realização de um teste de compreensão, segundo o procedimento sugerido pela norma ISO 9186 (2001). Esse teste, que foi realizado a 1650 pessoas, consiste numa avaliação da compreensão, que é realizada na forma de uma entrevista estruturada com exibição do símbolo impresso a cores. Os participantes foram agrupados em 2 grupos, um com baixo nível de educação e outro, o grupo de controle, com um nível médio de educação. Foram escolhidos participantes de meio rural e urbano. Os investigadores registaram as reações iniciais, a força da mensagem e qual a melhor alternativa para o objetivo estabelecido. Assista aqui o vídeo em que uma pesquisadora da equipe fala sobre este processo (em inglês).
 
Então, no ambiente hospitalar, nada mudou. Apenas foi criado um símbolo que pudesse orientar quando da proximidade de fontes radioativas que ofereçam alto risco imediato. Felizmente, não é o nosso caso.

Fonte: IAEA


Feito com ♥ por Lariz Santana